🇧🇷 Começo de ano com uma excelente novidade para quem trabalha com dados geoespaciais 🌎📍
O INPE lançou o BIG – Portal de Informações Geográficas (https://data.inpe.br/), um avanço importante para a democratização do acesso à informação no Brasil.
Em um único ambiente, o portal reúne o vasto acervo do instituto, com acesso facilitado a:
📌 Dados climáticos e meteorológicos 🌦️
📌 Imagens de satélite 🛰️
📌 Produtos de monitoramento do uso e cobertura da terra e do desmatamento dos biomas brasileiros 🗺️
Mais transparência e usabilidade para apoiar pesquisa, políticas públicas, inovação e jornalismo. Um marco relevante para as Geociências e Geotecnologias no país.
Fabricante: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Lançamento: 2020
Planeta orbitado: Terra
Tipo de missão: Observação da Terra
Duração da missão: 2 anos
Plataforma: Plataforma Multimissão (PMM)
Massa: 637,0 kg
Órbita: heliossíncrona (polar)
Altitude de órbita: 750 km
Inclinação: 98°
Excentricidade: 0,00000
Período orbital: 100,0 min
Taxa de revisita: 5 dias
Características do sensor-imageador óptico/ câmera WFI:
Faixa de visada: 850 km
Resolução espacial: 60 metros
Bandas espectrais: 3 VIS + 1 NIR
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Missão Amazonia
A Missão Amazonia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.
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Lançamento ao vivo pelo SpaceToday | https://www.youtube.com/watch?v=IfeG22r-kgI&t=0s
Equipamento utilizado para correção de altitude e elevação de órbita de satélite foi criado em parceria com empresa apoiada pela FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa
20/07/2012
Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou o primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil, que entrará em órbita a bordo do Amazônia-1.
O equipamento é necessário para correção de altitude e elevação de órbita durante a vida útil do satélite. E foi desenvolvido pela Plataforma Multimissão (PMM), criada pelo Inpe para base de satélites como o Amazônia-1 e o Lattes, em parceria com a empresa Fibraforte, de São José dos Campos (SP), que já teve dois projetos de pesquisa apoiados pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE).
O modelo de qualificação do subsistema de propulsão da PMM foi submetido a uma sequência de testes severos, realizados em laboratórios do Inpe, que reproduzem todo tipo de esforços e o ambiente hostil que o satélite terá desde o lançamento ao fim de sua vida útil no espaço.
No Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos, foram realizados os testes de vibração, termovácuo, alinhamento e vazamento. Antes disso, em conjunto com a Fibraforte, o LIT também foi responsável pelo desenvolvimento dos processos de soldagem, pela qualificação dos corpos de prova e pela própria soldagem de todas as tubulações do subsistema.