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quinta-feira, 12 de março de 2026

🌐 Mapa Escolar de Rochas do Piauí é disponibilizado pelo Serviço Geológico do Brasil

 


O Serviço Geológico do Brasil (SGB) disponibilizou em seu portal educacional o Mapa Escolar de Rochas do Estado do Piauí, um importante recurso didático voltado ao ensino e à divulgação das geociências.

O material integra o Programa SGBeduca, iniciativa dedicada à popularização das geociências no Brasil e ao apoio pedagógico para professores, estudantes e interessados nas Ciências da Terra.

O Mapa Escolar de Rochas do Piauí apresenta de forma didática a diversidade geológica do estado, contribuindo para o ensino de temas como:

  • geologia do Piauí

  • tipos de rochas

  • estrutura geológica regional

  • geografia física e geociências

Esse tipo de material é especialmente útil em atividades educacionais, projetos escolares e estudos sobre o patrimônio geológico do Brasil.

O recurso pode ser utilizado como material complementar em aulas de geografia, geologia, ciências naturais e educação ambiental.

👉 Acesse o mapa escolar de rochas do Piauí:
https://sgbeduca.sgb.gov.br/professores_recursos_pedagogicos_mapas.html


📚 Fonte: 

Programa SGBeduca — Serviço Geológico do Brasil (SGB).
Ministério de Minas e Energia — Governo Federal. Disponibilizado em: https://sgbeduca.sgb.gov.br/index.html Acesso em: 12 mar. 2026.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

INPE lança o Portal BIG



🇧🇷  Começo de ano com uma excelente novidade para quem trabalha com dados geoespaciais 🌎📍 

O INPE lançou o BIG – Portal de Informações Geográficas (https://data.inpe.br/), um avanço importante para a democratização do acesso à informação no Brasil.

Em um único ambiente, o portal reúne o vasto acervo do instituto, com acesso facilitado a: 

📌 Dados climáticos e meteorológicos 🌦️
📌 Imagens de satélite 🛰️
📌 Produtos de monitoramento do uso e cobertura da terra e do desmatamento dos biomas brasileiros 🗺️ 

Mais transparência e usabilidade para apoiar pesquisa, políticas públicas, inovação e jornalismo. Um marco relevante para as Geociências e Geotecnologias no país.

🌎🌍🌏

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Satélite Amazônia 1 será lançado na Índia


Satélite Amazônia 1 será lançado na Índia

Confira a reportagem exibida pelo Jornal Vanguarda (exibição em 26 fev 2021).


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Satélite Amazônia-1

Amazônia-1 é um satélite de observação da Terra brasileiro, que deverá ser lançado em 2021 (Wikipédia).
Data de lançamento: 28 de fevereiro de 2021 — horário: 01:54 (GMT-3) / 04:54 (UTC)

Veículo lançador: PSLV-C51 (4 estágios)

Fabricante: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Lançamento: 2020 Planeta orbitado: Terra Tipo de missão: Observação da Terra Duração da missão: 2 anos
Plataforma: Plataforma Multimissão (PMM)
Massa: 637,0 kg
Órbita: heliossíncrona (polar)
Altitude de órbita: 750 km
Inclinação: 98°
Excentricidade: 0,00000
Período orbital: 100,0 min
Taxa de revisita: 5 dias

Características do sensor-imageador óptico/ câmera WFI:
Faixa de visada: 850 km Resolução espacial: 60 metros Bandas espectrais: 3 VIS + 1 NIR ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Missão Amazonia
A Missão Amazonia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.

Fontes:
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Lançamento ao vivo pelo SpaceToday | https://www.youtube.com/watch?v=IfeG22r-kgI&t=0s



segunda-feira, 27 de novembro de 2017

CPRM - Serviço Geológico do Brasil: Parceria entre CPRM, ANP e Petrobras vai impulsionar pesquisas em geociências no Brasil

Parceria entre CPRM, ANP e Petrobras vai impulsionar pesquisas em geociências no Brasil

Encontro reuniu no MME representes da CPRM, ANP e Petrobras

Representantes da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral e da Secretaria de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras se reuniram na quinta-feira (23/11), no Ministério de Minas e Energia, em Brasília, para discutir o acordo de cooperação que está sendo elaborado entre as três instituições e que visa ampliar o desenvolvimento tecnológico e a inovação em pesquisas de conhecimento geológico nas áreas de óleo, gás e mineração e promover a gestão integrada do conhecimento geocientífico do país.

O acordo prevê que os recursos para essas novas linhas de pesquisas de interesse das instituições envolvida no acordo serão provenientes da cláusula de Investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, estabelecida no Regulamento Técnico ANP 03/2015 e prevista nos contratos para exploração de petróleo e gás natural.

Leia mais:


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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Meteoro: Brasil não possui sistema de monitoramento de corpos celestes

Caso um meteoro de proporções semelhantes ao que atingiu Chelyabinsk e arredores, nos Montes Urais, na Rússia, na manhã desta sexta-feira (15), esteja a caminho do Brasil, só será possível saber por meio de agências espaciais internacionais ou quando ele se chocar com a atmosfera terrestre. Isso porque o país não possui um sistema de monitoramento de corpos celestes.


Apesar de ser possível observar frequentes contatos de meteoros com a superfície atmosférica no céu do país, o governo brasileiro não financia nenhum projeto nacional de monitoramento de meteoros, de acordo com o professor do departamento de Física, da Universidade Fedral do Espírito Santo (Ufes), Sérgio Bisch.


“Eu desconheço qualquer projeto no país. Em outros locais existem, por exemplo a própria NASA, nos EUA, que tem (o Monitoramento de Objetos Próximos à Terra), a Agência Espacial Europeia, a Rússia também possui. Porque é uma questão de segurança, é bom alertar para que haja mais investimento na área”, afirmou.


Vários meteoros colidem com a Terra todos os dias e várias toneladas desse material entram no planeta por causa de pequenas colisões, mas a grande maioria das partículas são pequenas, podendo acontecer de cair partículas maiores, como o que atingiu Chelyabinsk e arredores. Segundo o professor, qualquer região do planeta pode ser atingida por um meteoro. Não há um lugar que tenha maior ou menor incidência de queda de corpo celeste.


Continuar lendo: http://goo.gl/FYTHh

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" Espero que não haja consequências graves, no entanto, isso é uma prova de que não apenas a economia é vulnerável, mas todo o nosso planeta. "

- Dimitri Medvedev, primeiro-ministro russo

Fonte: Estudos em Geociências e DireitoLaw & Geosciences studies