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sábado, 27 de fevereiro de 2021

Satélite Amazônia 1 será lançado na Índia


Satélite Amazônia 1 será lançado na Índia

Confira a reportagem exibida pelo Jornal Vanguarda (exibição em 26 fev 2021).


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Satélite Amazônia-1

Amazônia-1 é um satélite de observação da Terra brasileiro, que deverá ser lançado em 2021 (Wikipédia).
Data de lançamento: 28 de fevereiro de 2021 — horário: 01:54 (GMT-3) / 04:54 (UTC)

Veículo lançador: PSLV-C51 (4 estágios)

Fabricante: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Lançamento: 2020 Planeta orbitado: Terra Tipo de missão: Observação da Terra Duração da missão: 2 anos
Plataforma: Plataforma Multimissão (PMM)
Massa: 637,0 kg
Órbita: heliossíncrona (polar)
Altitude de órbita: 750 km
Inclinação: 98°
Excentricidade: 0,00000
Período orbital: 100,0 min
Taxa de revisita: 5 dias

Características do sensor-imageador óptico/ câmera WFI:
Faixa de visada: 850 km Resolução espacial: 60 metros Bandas espectrais: 3 VIS + 1 NIR ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Missão Amazonia
A Missão Amazonia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.

Fontes:
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Lançamento ao vivo pelo SpaceToday | https://www.youtube.com/watch?v=IfeG22r-kgI&t=0s



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Meteoro: Brasil não possui sistema de monitoramento de corpos celestes

Caso um meteoro de proporções semelhantes ao que atingiu Chelyabinsk e arredores, nos Montes Urais, na Rússia, na manhã desta sexta-feira (15), esteja a caminho do Brasil, só será possível saber por meio de agências espaciais internacionais ou quando ele se chocar com a atmosfera terrestre. Isso porque o país não possui um sistema de monitoramento de corpos celestes.


Apesar de ser possível observar frequentes contatos de meteoros com a superfície atmosférica no céu do país, o governo brasileiro não financia nenhum projeto nacional de monitoramento de meteoros, de acordo com o professor do departamento de Física, da Universidade Fedral do Espírito Santo (Ufes), Sérgio Bisch.


“Eu desconheço qualquer projeto no país. Em outros locais existem, por exemplo a própria NASA, nos EUA, que tem (o Monitoramento de Objetos Próximos à Terra), a Agência Espacial Europeia, a Rússia também possui. Porque é uma questão de segurança, é bom alertar para que haja mais investimento na área”, afirmou.


Vários meteoros colidem com a Terra todos os dias e várias toneladas desse material entram no planeta por causa de pequenas colisões, mas a grande maioria das partículas são pequenas, podendo acontecer de cair partículas maiores, como o que atingiu Chelyabinsk e arredores. Segundo o professor, qualquer região do planeta pode ser atingida por um meteoro. Não há um lugar que tenha maior ou menor incidência de queda de corpo celeste.


Continuar lendo: http://goo.gl/FYTHh

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" Espero que não haja consequências graves, no entanto, isso é uma prova de que não apenas a economia é vulnerável, mas todo o nosso planeta. "

- Dimitri Medvedev, primeiro-ministro russo

Fonte: Estudos em Geociências e DireitoLaw & Geosciences studies

quinta-feira, 10 de maio de 2012

ESA declara fim da Missão Envisat

Poucas semanas depois de comemorar seu décimo ano em órbita, a comunicação com o satélite Envisat foi subitamente perdida em 8 de Abril. Após rigorosas tentativas de restabelecer o contato e a investigação de cenários de falha, foi declarado o fim da missão.


Uma equipe de engenheiros passou o último mês tentando recuperar o controle do Envisat, investigando as possíveis razões para o problema. Apesar dos contínuos comandos enviados de uma ampla rede de estações terrestres, não houve nenhuma reação do satélite.
Envisat (impressão artística). Fonte: ESA.
Como não houve nenhum sinal de degradação antes da perda do contato, a equipe tem recolhido outras informações para ajudar a compreender a condição do satélite ‒ entre estas, imagens de radar terrestre e do satélite francês Pleiades.


Com essas informações, a equipe tem gradualmente elaborado cenários de falha possíveis, entre eles a perda do regulador de potência, o que bloquearia a telemetria e telecomandos.

continuar lendo: http://goo.gl/c3cBc

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Site da NASA mostra a Terra em transformação

Galeria de imagens da agência compara as mudanças que ocorreram ao longo dos anos, ou mesmo séculos, em vários locais do planeta; no Brasil inclusive
  
Por Gabriela Ruic
No site State of Flux, NASA compara as transformações ocorridas em diversos locais do planeta e em diferentes períodos
São Paulo – A NASA sempre aproveitou o seu conhecimento aeroespacial para ficar de olho, do espaço ou da Terra, em tudo o que acontece no planeta e faz questão de dividir suas descobertas com o grande público. Em mais uma ação do gênero, a agência lançou uma nova versão da sua impressionante galeria de imagens, a State of Flux.

Atualizada semanalmente, a página, parte do programa que estuda os fenômenos climáticos (Global Climate Change), reúne mais de 160 imagens. Elas comparam as mudanças que acontecem no planeta, seja por conta de transformações naturais ou humanas, ao longo dos anos ou mesmo dos séculos. A maioria delas foi capturada por satélites da agência enquanto algumas foram tiradas por cientistas e pesquisadores.

O site divide-se em sete categorias: cidades, eventos extremos, gelo, impacto humano, água, ocupação da terra e top picks (as favoritas da equipe). Em cada uma é possível observar o impacto do aquecimento global no derretimento de gelo em cadeias montanhosas, por exemplo, ou a expansão urbana causada pelo crescimento populacional.

No que diz respeito ao Brasil, as imagens da agência mostram o desmatamento no estado do Mato Grosso. A primeira delas, feita em 1992 por um satélite do Landsat Program - em atividade desde 1972 - mostra que, na época, 25% da área do estado já estava devastada. A segunda foi capturada em 2006 por outro satélite e aponta que, em menos de 15 anos, 80% da floresta local foi desmatada.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Empresa quer explorar minerais no espaço | Valor Econômico

'via Blog this'

Robôs lançados ao espaço poderão extrair ouro e platina de asteróides dentro de dez anos, se um novo empreendimento apoiado por dois titãs do Vale do Silício e pelo cineasta James Cameron decolar, conforme planejado.


Especialistas independentes mostram-se céticos sobre o projeto porque provavelmente exigiria incontáveis milhões, ou talvez bilhões de dólares, e grandes avanços tecnológicos. Mas esses mesmos empresários foram pioneiros na comercialização de passeios espaciais para turistas - uma noção que também parecia fantasiosa não muito tempo atrás.


A visão da empresa "é tornar os recursos do espaço disponíveis à humanidade', disse Peter Diamandis, um dos fundadores da Planetary Resources, em uma coletiva de imprensa na terça-feira no Museu do Voo, em Seattle.

continuar lendo: http://goo.gl/IQB9k