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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

ENVI and Pleiades - Why adopt JPEG 2000?


ENVI and Pleiades - Why adopt JPEG 2000?

Webinar Registration

Please register for the recorded webinar "ENVI and Pleiades - Why adopt JPEG 2000?" and learn all about the power of the Pleiades format and its support in the new ENVI 5 interface.

Discussed topics:
- Overview and attributes of the Pleiades format
- Performances and benefits of JPEG 2000
- Support, visualisation and processing in ENVI 5
- A rapid access to data with JPIP streaming

Presented by Astrium GeoInformation Services and Exelis Visual Information Solutions.

After watching, download your complimentary White Paper: "JPEG 2000: Overview and benefits for modern geospatial imagery applications".

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Recorded Webinar

To watch the recorded webinar, please register and then click View Recorded Webinar now.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mars rover Opportunity working at 'Matijevic Hill' site


NASA's Mars rover Opportunity, well into its 9th year on Mars, will work for the next several weeks or months at a site with some of the mission's most intriguing geological features.
Rock fins up to about 1 foot (30 centimeters) tall dominate 
this scene from the panoramic camera (Pancam) on NASA's Mars Exploration 
Rover Opportunity. 
The component images were taken during the 3,058th Martian day, 
or sol, of Opportunity's work on Mars (Aug. 23, 2012). 
The view spans an area of terrain about 30 feet (9 meters) wide. 
Orbital investigation of the area has identified a possibility of clay minerals
in this area of the Cape York segment of the western rim of Endeavour Crater. 
The view combines exposures taken through Pancam filters centered on 
wavelengths of 753 nanometers (near infrared), 535 nanometers (green)
and 432 nanometers (violet). 
It is presented in approximate true color, the camera team's best estimate
of what the scene would look like if humans were there and able to see it 
with their own eyes. 
Image credit: NASA/JPL-Caltech/Cornell Univ./Arizona State Univ.







The site, called "Matijevic Hill," overlooks 14-mile-wide (22-kilometer-wide) Endeavour Crater. Opportunity has begun investigating the site's concentration of small spherical objects reminiscent of, but different from, the iron-rich spheres nicknamed "blueberries" at the rover's landing site nearly 22 driving miles ago (35 kilometers).

The small spheres at Matijevic Hill have different composition and internal structure. Opportunity's science team is evaluating a range of possibilities for how they formed. The spheres are up to about an eighth of an inch (3 millimeters) in diameter.



Read more: http://goo.gl/7HmRM

Provided by JPL/NASA through the Phys.org

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

The Hubble´s eXtreme Deep Field (XDF) - NASA image release September25, 2012

Like photographers assembling a portfolio of best shots, astronomers have assembled a new, improved portrait of mankind's deepest-ever view of the universe.

Called the eXtreme Deep Field, or XDF, the photo was assembled by combining 10 years of NASA Hubble Space Telescope photographs taken of a patch of sky at the center of the original Hubble Ultra Deep Field. The XDF is a small fraction of the angular diameter of the full moon.



Read and see more: http://goo.gl/t7fG2

Download the original size of this photo (Creative Commons license):
http://farm9.staticflickr.com/8032/8024062104_b2a6602149_o.jpg

terça-feira, 7 de agosto de 2012


From NASA´s Video Gallery: Curiosity's Descent




This stop-motion video shows 297 frames from the Mars Descent Imager aboard NASA's Curiosity rover as it descended to the surface of Mars. These thumbnail images were received on Earth on Aug. 6, 2012, and cover the last two and a half minutes of descent.

Credit: NASA/JPL-Caltech › Curiosity's mission site



See more: http://goo.gl/w0wX6

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Satélite de observação Spot 6 está pronto para ser lançado

Por Alexandre Scussel - http://mundogeo.com

O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.

Imagem do satélite Spot, da Astrium

Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.



Continuar lendo: http://goo.gl/v1Zbo

quarta-feira, 25 de julho de 2012

NASA vai procurar portais magnéticos em torno da Terra

Com informações da NASA - 10/07/2012

As cinco sondas espaciais da missão MMS vão procurar os portais magnéticos, ou Pontos-X, que se espalham em torno de toda a Terra. [Imagem: NASA]

Pontos-X

Os "portais" estão entre os temas favoritos da ficção científica.

Portais seriam aberturas extraordinárias, no espaço ou no tempo, permitindo conectar os viajantes a reinos distantes distantes e inalcançáveis mesmo pelas naves imaginárias das histórias e dos filmes.

Um bom portal seria como um atalho, uma porta para o desconhecido - se eles realmente existissem...

Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.

"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.

"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.


Continuar lendo: http://goo.gl/NsrWM

Agora os cientistas não vão mais ficar procurando a esmo pelos portais magnéticos; eles já sabem exatamente como encontrá-los. [Imagem: NASA]





terça-feira, 24 de julho de 2012

Inpe apresenta primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil

Equipamento utilizado para correção de altitude e elevação de órbita de satélite foi criado em parceria com empresa apoiada pela FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa


20/07/2012

Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou o primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil, que entrará em órbita a bordo do Amazônia-1.
O equipamento é necessário para correção de altitude e elevação de órbita durante a vida útil do satélite. E foi desenvolvido pela Plataforma Multimissão (PMM), criada pelo Inpe para base de satélites como o Amazônia-1 e o Lattes, em parceria com a empresa Fibraforte, de São José dos Campos (SP), que já teve dois projetos de pesquisa apoiados pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE).
O modelo de qualificação do subsistema de propulsão da PMM foi submetido a uma sequência de testes severos, realizados em laboratórios do Inpe, que reproduzem todo tipo de esforços e o ambiente hostil que o satélite terá desde o lançamento ao fim de sua vida útil no espaço.
No Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos, foram realizados os testes de vibração, termovácuo, alinhamento e vazamento. Antes disso, em conjunto com a Fibraforte, o LIT também foi responsável pelo desenvolvimento dos processos de soldagem, pela qualificação dos corpos de prova e pela própria soldagem de todas as tubulações do subsistema.
Continuar lendo: http://agencia.fapesp.br/15909