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terça-feira, 7 de agosto de 2012
From NASA´s Video Gallery: Curiosity's Descent
This stop-motion video shows 297 frames from the Mars Descent Imager aboard NASA's Curiosity rover as it descended to the surface of Mars. These thumbnail images were received on Earth on Aug. 6, 2012, and cover the last two and a half minutes of descent.
Credit: NASA/JPL-Caltech › Curiosity's mission site
See more: http://goo.gl/w0wX6
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Satélite de observação Spot 6 está pronto para ser lançado
Por Alexandre Scussel - http://mundogeo.com
O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.
Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.
Continuar lendo: http://goo.gl/v1Zbo
O novo satélite de observação da Terra Spot 6, contruído pela companhia espacial Europeia Astrium, está pronto para ser lançado, dando continuidade ao programa que lançou seus últimos satélites, Spot 4 e 5, em 1998 e 2002 respectivamente.
| Imagem do satélite Spot, da Astrium |
Nos próximos dias o aparelho será transferido do complexo de satélites da Astrium em Toulouse, na França, para Centro Espacial Satish Dhawan, na Índia, onde ele será integrado com o lançador PSLV que irá levá-lo em órbita. O Spot 6 é um satélite de de alta resolução óptica. Assim como seu gêmeo Spot 7, que será lançado no início de 2014, o Spot 6 terá uma cobertura de 60 quilômetros de imageamento, com resolução de até 1,5 metros.
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quarta-feira, 25 de julho de 2012
NASA vai procurar portais magnéticos em torno da Terra
Com informações da NASA - 10/07/2012
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| As cinco sondas espaciais da missão MMS vão procurar os portais magnéticos, ou Pontos-X, que se espalham em torno de toda a Terra. [Imagem: NASA] |
Pontos-X
Os "portais" estão entre os temas favoritos da ficção científica.
Portais seriam aberturas extraordinárias, no espaço ou no tempo, permitindo conectar os viajantes a reinos distantes distantes e inalcançáveis mesmo pelas naves imaginárias das histórias e dos filmes.
Um bom portal seria como um atalho, uma porta para o desconhecido - se eles realmente existissem...
Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.
"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.
"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.
Continuar lendo: http://goo.gl/NsrWM
Acontece que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como encontrá-los.
"Nós os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o físico Jack Scudder.
"São lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol, criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.
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| Agora os cientistas não vão mais ficar procurando a esmo pelos portais magnéticos; eles já sabem exatamente como encontrá-los. [Imagem: NASA] |
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terça-feira, 24 de julho de 2012
Inpe apresenta primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil
| Equipamento utilizado para correção de altitude e elevação de órbita de satélite foi criado em parceria com empresa apoiada pela FAPESP por meio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa |
20/07/2012
Agência FAPESP – O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apresentou o primeiro subsistema de propulsão para satélite desenvolvido no Brasil, que entrará em órbita a bordo do Amazônia-1.
O equipamento é necessário para correção de altitude e elevação de órbita durante a vida útil do satélite. E foi desenvolvido pela Plataforma Multimissão (PMM), criada pelo Inpe para base de satélites como o Amazônia-1 e o Lattes, em parceria com a empresa Fibraforte, de São José dos Campos (SP), que já teve dois projetos de pesquisa apoiados pela FAPESP no âmbito do Programa Pesquisa Inovativa em Pequena Empresa (PIPE).
O modelo de qualificação do subsistema de propulsão da PMM foi submetido a uma sequência de testes severos, realizados em laboratórios do Inpe, que reproduzem todo tipo de esforços e o ambiente hostil que o satélite terá desde o lançamento ao fim de sua vida útil no espaço.
No Laboratório de Integração e Testes (LIT), em São José dos Campos, foram realizados os testes de vibração, termovácuo, alinhamento e vazamento. Antes disso, em conjunto com a Fibraforte, o LIT também foi responsável pelo desenvolvimento dos processos de soldagem, pela qualificação dos corpos de prova e pela própria soldagem de todas as tubulações do subsistema.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
ESA declara fim da Missão Envisat
Poucas semanas depois de comemorar seu décimo ano em órbita, a comunicação com o satélite Envisat foi subitamente perdida em 8 de Abril. Após rigorosas tentativas de restabelecer o contato e a investigação de cenários de falha, foi declarado o fim da missão.
Uma equipe de engenheiros passou o último mês tentando recuperar o controle do Envisat, investigando as possíveis razões para o problema. Apesar dos contínuos comandos enviados de uma ampla rede de estações terrestres, não houve nenhuma reação do satélite.
Como não houve nenhum sinal de degradação antes da perda do contato, a equipe tem recolhido outras informações para ajudar a compreender a condição do satélite ‒ entre estas, imagens de radar terrestre e do satélite francês Pleiades.
Com essas informações, a equipe tem gradualmente elaborado cenários de falha possíveis, entre eles a perda do regulador de potência, o que bloquearia a telemetria e telecomandos.
continuar lendo: http://goo.gl/c3cBc
Uma equipe de engenheiros passou o último mês tentando recuperar o controle do Envisat, investigando as possíveis razões para o problema. Apesar dos contínuos comandos enviados de uma ampla rede de estações terrestres, não houve nenhuma reação do satélite.
Envisat (impressão artística). Fonte: ESA. |
Com essas informações, a equipe tem gradualmente elaborado cenários de falha possíveis, entre eles a perda do regulador de potência, o que bloquearia a telemetria e telecomandos.
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Esforços para retomar contato com satélite Envisat continuam
Por Alexandre Scussel | 14h32, 26 de Abril de 2012
Em 8 de abril o satélite Envisat, considerado como o satélite de observação mais complexo a orbitar a Terra, parou de enviar dados. Desde então o controle da missão, pertencente à Agência Espacial Europeia (ESA), vem tentando recuperar o contato com o satélite.
| Última imagem capturada pelo Envisat mostra Espanha e Portugal, gerada antes da perda do sinal em 8 de abril |
No dia 15 de abril, a Agência Espacial Francesa direcionou os satélites de alta resolução PLEIADES para passarem a cerca de 100 quilômetros do Envisat, e assim capturar imagens. Especialistas estão usando as imagens para determinar a orientação dos painéis solares do Envisat – fonte de energia do satélite. Se o painel está em uma posição adequada para obter radiação solar, então o satélite tem energia suficiente para estar em modo de segurança, permitindo assim o restabelecimento das comunicações com a Terra.
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Site da NASA mostra a Terra em transformação
Galeria de imagens da agência compara as mudanças que ocorreram ao longo dos anos, ou mesmo séculos, em vários locais do planeta; no Brasil inclusive
Por Gabriela Ruic
Por Gabriela Ruic
| No site State of Flux, NASA compara as transformações ocorridas em diversos locais do planeta e em diferentes períodos |
São Paulo – A NASA sempre aproveitou o seu conhecimento aeroespacial para ficar de olho, do espaço ou da Terra, em tudo o que acontece no planeta e faz questão de dividir suas descobertas com o grande público. Em mais uma ação do gênero, a agência lançou uma nova versão da sua impressionante galeria de imagens, a State of Flux.
Atualizada semanalmente, a página, parte do programa que estuda os fenômenos climáticos (Global Climate Change), reúne mais de 160 imagens. Elas comparam as mudanças que acontecem no planeta, seja por conta de transformações naturais ou humanas, ao longo dos anos ou mesmo dos séculos. A maioria delas foi capturada por satélites da agência enquanto algumas foram tiradas por cientistas e pesquisadores.
O site divide-se em sete categorias: cidades, eventos extremos, gelo, impacto humano, água, ocupação da terra e top picks (as favoritas da equipe). Em cada uma é possível observar o impacto do aquecimento global no derretimento de gelo em cadeias montanhosas, por exemplo, ou a expansão urbana causada pelo crescimento populacional.
No que diz respeito ao Brasil, as imagens da agência mostram o desmatamento no estado do Mato Grosso. A primeira delas, feita em 1992 por um satélite do Landsat Program - em atividade desde 1972 - mostra que, na época, 25% da área do estado já estava devastada. A segunda foi capturada em 2006 por outro satélite e aponta que, em menos de 15 anos, 80% da floresta local foi desmatada.
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