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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Mais imagens de satélites (ATUALIZADO)

IMAGENS DE SATÉLITES MOSTRAM O ANTES E O DEPOIS DE BRUMADINHO

Imagens feitas por satélite mostram a dimensão do estrago causado pelo rompimento
da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho (MG). Depois do desastre ocorrido,
a empresa Airbus ativou os satélites Pléiades com resolução espacial de 50cm para
monitorar a região afetada via missão One Now, dedicada a contextos emergenciais.
A barragem da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale, se rompeu na tarde 
de sexta-feira (25/1). A onda de rejeitos de minério de ferro atingiu a área
administrativa da empresa e a comunidade da Vila Ferteco.
Ver galeria
O rompimento ocorreu na Barragem 1, que foi construída em 1976 e tinha volume
de 12,7 milhões de m³. De acordo com a Vale, a barragem tinha encerrado as
atividades há cerca de três anos, pois o beneficiamento do minério na unidade é
feito a seco.
Segundo o levantamento, o número de mortos subiu para 99, dos quais 57 foram
identificados até agora. O balanço informa ainda que há 257 pessoas desaparecidas
e 395 pessoas foram localizadas. Até o momento exitem 176 pessoas desalojadas.
Os dados são da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil.

Sensoriamento Remoto na resposta ao desastre
Poucas horas após o desastre de Brumadinho apareceram as primeiras imagens de satélites do local,
que davam a real dimensão da abrangência da catástrofe ambiental. Muitas empresas e instituições
rapidamente voltaram suas atenções para a região e se mobilizaram para gerar dados, a fim de registrar
os impactos do rompimento da barragem do Feijão. Comunidades de mapeamento colaborativo e de
drones também se mobilizaram para apoiar na resposta ao desastre, mostrando a força do setor.
Uma das primeiras imagens do local foi obtida com o satélite PLEIADES na manhã de sábado (27/1),
ortoretificada, mosaicada, reprojetada em UTM 23S WGS 84, GEOTIF e Jpeg 2000, 8 bits, 3 bandas,
RGB, cores naturais, com contraste. A imagem foi adquirida com muitas nuvens, mesmo assim foi
processada pela AIRBUS e disponibilizada pela empresa ENGESAT:
imagem de satelite de brumadinho de sexta feira 600x464 Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho

Link para baixar pelo Wetransfer (arquivo de 4.8 GB)
Link alternativo para arquivo mais leve em jpg (264 MB)

Os arquivos podem ser abertos no aplicativo gratuito Avenza Maps

A empresa DigitalGlobe também forneceu imagens obtidas com o satélite WorldView-3, que mostram
a extensão da tragédia em Brumadinho:
image digitalglobe de brumadinho Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho
Link para baixar em jpg
O mapa a seguir utilizou dados do satélite Radarsat-2, que foi um dos primeiros a imagear a cena do
desastre no final da tarde do dia 26 de janeiro. Com base nesta imagem, e com apoio do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi delimitada a área atingida pela lama:
brumadinho area afedada satelite 600x540 Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho
Baixe em formato pdf
O mapa abaixo utilizou o satélite de alta resolução RapidEye, que foi capaz de imagear o desastre
na manhã do dia 27 de janeiro. Os limites da área atingida por esta imagem têm por objetivo orientar
as equipes de resgate aos locais onde havia edificações. Também foram fornecidas as coordenadas
de cada uma dessas edificações para as equipes de resgate:
brumadinho area afedada satelite rapideye 600x542 Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho
Baixe em formato pdf
Esta é uma imagem mais recente, também obtida com o Pleiades, nesta segunda-feira (28/1):
imagem de satelite de brumadinho de segunda feira 600x588 Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho
A comunidade OpenStreetMap Brasil também se mobilizou para apoiar as atividades de resposta
ao desastre. O mapa a seguir do OpenStreetMap mostra a região do rompimento de barragem em
Brumadinho. Produzido com imagens de antes e depois do desastre, é o mais atualizado da região
e indica a área devastada, bem como edificações potencialmente afetadas:
mapa do osm de brumadinho 600x531 Geotecnologias na resposta ao desastre de Brumadinho

Fontes: CB Brasil/ Sistema Labgis-UERJ/ Eduardo Freitas/MundoGEO

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas divulgam novo boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG)

Analistas em Geociências da CPRM realizam análise de turbidez da água do rio Paraopeba

O boletim de monitoramento do rio Paraopeba, divulgado às 18:30h de 29/01/2019, com novos dados coletados em campo, mostra que a pluma está se deslocando em uma velocidade mais baixa que a velocidade média da água em condições normais. A previsão é que essa pluma chegue no rio Paraopeba, na cidade de São José da Varginha, amanhã, dia 30/01/2019, com baixa turbidez. A previsão do boletim anterior era de chegada no dia 29/01.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Tragédia em Brumadinho-MG






Imagem de satélite expõe estragos em Brumadinho

Dispositivo europeu fotografou área atingida por rejeitos na manhã deste domingo





Foto: Reprodução / CP
Mais de 48 horas depois do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), saiu na tarde deste domingo a primeira imagem de satélite da área atingida. A visão panorâmica é do Copernicus (European Union Earth Observation Programme).
O satélite Sentinel 2 captou a imagem na manhã deste domingo. Pelo antes e depois, é possível ter uma dimensão do impacto causado pelo avanço do rejeito que vazou da barragem.
A tragédia em Brumadinho deixou, pelo menos, 37 mortos. Outras 287 pessoas estão desaparecidas, de acordo com levantamento da Polícia Civil de Minas Gerais. Na noite deste domingo, um avião com militares e equipamentos de Israel chega ao estado para ajudar nas buscas em Brumadinho.
Especializada em imagens aéreas de alta resolução, a empresa Digital Globe também comparou o antes e depois do rompimento da barragem em Brumadinho e divulgou o resultado no Twitter.


quinta-feira, 26 de julho de 2018

27 de julho de 2018 — O eclipse lunar mais longo do século

Como será o eclipse lunar mais longo do século

'Lua de sangue' de 27 de julho pode trazer informação sobre o buraco na camada de ozônio

Eclipse da lua julho 2018
Lua de sangue vista em Wisconsin (EUA), no dia 8 de outubro de 2014.  AP
A Terra se colocará entre o Sol e a Lua na noite de 27 de julho ocasionando o eclipse lunar mais longo do século XXI. A fase total do fenômeno começará às 21h30 (16h30 de Brasília) e terá duração de 102 minutos, já que a lua passará próxima ao centro da sombra terrestre. Durante essa fase, o satélite refletirá uma tonalidade avermelhada que lhe confere popularmente o nome de Lua de Sangue. Ainda que aspecto mais chamativo do fenômeno seja o espetáculo de sua cor, também é útil para que os cientistas possam conhecer melhor o estado da atmosfera terrestre, de acordo com Miquel Serra, astrônomo do Instituto de Astrofísica das Canárias (IAC)..

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Tocantins vai ganhar mapa sobre potencial mineral do estado

Tocantins vai ganhar mapa sobre potencial mineral do estado

O estado do Tocantins está na rota da pesquisa dos minerais estratégicos e agrominerais, mais ainda não possui os dados geológicos integrados do seu território acessíveis aos investidores. 



Representantes do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e do governo do Tocantins se reuniram no escritório do Rio de Janeiro, na quarta-feira (4/7), para discutir uma parceria voltada ao desenvolvimento de projetos nas áreas de geologia e recursos minerais, como levantamentos aerogeofísicos e o mapa geológico do Estado que vai integrar e atualizar os estudos já realizados pela CPRM e apontar novas áreas com potencial mineral no estado.











Fonte: CPRM - Serviço Geológico do Brasil: Tocantins vai ganhar mapa sobre potencial mineral ...

terça-feira, 17 de julho de 2018

CPRM - Serviço Geológico do Brasil inicia monitoramento da estiagem no rio Maderia



Previsão de níveis no rio Madeira na estação em Porto Velho



O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) deu início na sexta-feira, dia 06/07, à operação de monitoramento de estiagem da bacia do rio Madeira. O acompanhamento será realizado semanalmente até o fim do período de vazante, que ocorre normalmente no mês de outubro. A cada publicação, dados de monitoramento e previsão para os rios Madeira, Abunã, Guaporé e Mamoré, nos municípios de Pimenteiras, Costa Marques, Guajará Mirim, Porto Velho e Nova Mamoré serão atualizados.





Segundo o primeiro boletim publicado, o período de estiagem se iniciou dentro da normalidade ou pouco acima da média histórica para o período. Ainda assim, o monitoramento irá acompanhar a evolução da estiagem ao longo dos próximos meses de modo que, em caso de intensificação ou prolongamento, a população possa ser bem informada. Órgãos de defesa civil, gestão de recursos hídricos, meio ambiente, navegação e geração de energia elétrica, são alguns dos usuários do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira (SAH Rio Madeira), que opera tanto em época de cheia quanto de seca.

De acordo com o engenheiro hidrólogo da CPRM, Marcus Suassuna Santos, será feito o monitoramento dos níveis dos rios da região e a comparação desses níveis com o histórico de monitoramento. Além disso, serão feitas previsões de níveis para os 28 dias subsequentes, que até o monitoramento da estiagem de 2017 era de 14 dias. Além disso, na operação deste ano, serão apresentadas de modo mais sistemático, as incertezas da previsão. As previsões serão atualizadas semanalmente.


Desde 2016, a equipe da CPRM vem desenvolvendo este monitoramento por meio de boletins que resumem a condição no período de vazante e realiza previsões para o comportamento hidrológico dos rios da região.



Os dados do Sistema de Alerta Hidrológico da Bacia do Rio Madeira (SAH Rio Madeira), podem ser acessados, aqui.





The Tales From Future: Confins - MG

The Tales From Future: Confins - MG







Confins

MG

33500-000

Fatos rápidos



Confins é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.
Sua população em 2015 era estimada em 6.478 habitantes.[3] Pertence à Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). É onde se encontram dois terços do terreno do Aeroporto Internacional Tancredo Neves,[6]principal porta de entrada de Minas Gerais por via aérea e ponto de ligação de Belo Horizonte com o Brasil e o mundo. O aeroporto garante à pequena cidade uma sólida arrecadação e uma das maiores rendas per capita do Brasil.[6] É o 5º aeroporto mais movimentado do país e está em operação desde 1984.
Em Confins está localizado também o Aeroporto Industrial de Belo Horizonte, primeiro aeroporto industrial do Brasil.

Fonte: Wikipédia