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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Brasil caminha para se tornar um dos maiores geradores eólicos
Clipping MP / Valor Econômico / Roberto Rockmann
A evolução da energia eólica na matriz elétrica nacional tem sido exponencial. Estima-se que o segmento já represente 0,9% da geração de energia, percentual que deverá crescer ainda mais nos próximos anos diante da perspectiva de contratação de dois mil megawatts (MW) anuais, o que também deverá consolidar o mercado brasileiro, hoje o décimo-primeiro do mundo, como um dos dez maiores do planeta.
Entre 2005 e 2011, dos 64 mil MW contratados nos leilões de energia, 10% desse total, ou 6750 MW, se referem a projetos eólicos. "A produção do Brasil equivale a 9% da demanda mundial de aerogeradores. Há três anos tínhamos dois fabricantes no Brasil, hoje, temos oito e devemos ter mais um em 2013. O Brasil deverá passar da décima-primeira posição para quarta ou quinta de aumento de capacidade anual do segmento", afirma Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Outros fabricantes, inclusive empresas chinesas, analisam construir uma fábrica no Brasil nos próximos anos, segundo ele. A capacidade produtiva da indústria instalada no Brasil deverá ser superior à demanda do País, permitindo que parte da produção seja destinada à exportação. O potencial ainda é muito grande. No início da década foi feito um estudo que apontou que o Brasil poderia chegar a uma potência estalada de 143 GW no segmento, dez vezes mais do que a capacidade da usina de Itaipu, uma das maiores do mundo. Mas a medição tinha sido feita com aerogeradores com altura inferior a 50 metros. Hoje usam-se equipamentos com altura superior a 100 metros. Quanto maior altura, maior a velocidade dos ventos. "O potencial deve ser maior que os 143 GW, mas não sei quantas vezes. Algo que era sustentado apenas por subsídio se tornou bastante competitivo."
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Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/4/26/brasil-caminha-para-se-tornar-um-dos-maiores-geradores-eolicos/?searchterm=
Postado por MENEZES (Servidor público inativo, historiador e adesguiano/SC - Editor do Boletim Informativo CURUPIRA) às Quinta-feira, Abril 26, 2012
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
Bactéria mineradora pode ser alternativa sustentável para extração de cobre
Revista Sustentabilidade
Microorganismo que se alimenta de ferro é objeto de estudo em Araraquara.
Na natureza, há bactérias que encontram nos minerais suas principais fontes de subsistências. Para a Acidithiobacillus ferrooxidans, jazidas de calcopirita – formadas por ferro, cobre e enxofre – representam um banquete. E para a indústria mineradora, essa preferência alimentar da A. ferrooxidans pode ser a possibilidade de obter métodos mais sustentáveis para a extração de cobre.
Segundo a professora Denise Bevilaqua, do Instituto de Química (IQ), Câmpus de Araraquara, que estuda essa bactéria desde os anos 1990, por meio do seu metabolismo é possível fazer a mineração do cobre por biolixiviação. Enquanto colônias desses microorganismos consomem o ferro das montanhas de calcopirita, elas produzem o ácido sulfúrico necessário para promover a solubilização dos outros metais.
Com base nesse conhecimento, destaca a pesquisadora, o IQ criou a linha de pesquisa “Bioprocessos aplicado à mineração e ao meio ambiente”. “A Unesp é uma das poucas Universidades que tem um banco de linhagens de várias espécies dessa bactéria”, informa a professora, cujas pesquisas já conseguiram ampliar em 100% a capacidade de biolixiviação natural da A. ferrooxidans. “Sem interferência mais drástica e sem elevar a temperatura conseguimos aumentar de 30% para 60% o seu metabolismo”.
Recentemente Denise obteve aprovação de financiamento da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) para o projeto intitulado “Biolixiviação da calcopirita: mecanismos e interações da superfície bactéria/mineral”.
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Empresa quer explorar minerais no espaço | Valor Econômico
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Robôs lançados ao espaço poderão extrair ouro e platina de asteróides dentro de dez anos, se um novo empreendimento apoiado por dois titãs do Vale do Silício e pelo cineasta James Cameron decolar, conforme planejado.
Especialistas independentes mostram-se céticos sobre o projeto porque provavelmente exigiria incontáveis milhões, ou talvez bilhões de dólares, e grandes avanços tecnológicos. Mas esses mesmos empresários foram pioneiros na comercialização de passeios espaciais para turistas - uma noção que também parecia fantasiosa não muito tempo atrás.
A visão da empresa "é tornar os recursos do espaço disponíveis à humanidade', disse Peter Diamandis, um dos fundadores da Planetary Resources, em uma coletiva de imprensa na terça-feira no Museu do Voo, em Seattle.
continuar lendo: http://goo.gl/IQB9k
Robôs lançados ao espaço poderão extrair ouro e platina de asteróides dentro de dez anos, se um novo empreendimento apoiado por dois titãs do Vale do Silício e pelo cineasta James Cameron decolar, conforme planejado.
Especialistas independentes mostram-se céticos sobre o projeto porque provavelmente exigiria incontáveis milhões, ou talvez bilhões de dólares, e grandes avanços tecnológicos. Mas esses mesmos empresários foram pioneiros na comercialização de passeios espaciais para turistas - uma noção que também parecia fantasiosa não muito tempo atrás.
A visão da empresa "é tornar os recursos do espaço disponíveis à humanidade', disse Peter Diamandis, um dos fundadores da Planetary Resources, em uma coletiva de imprensa na terça-feira no Museu do Voo, em Seattle.
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Trimble adquire fabricante de veículos aéreos não tripulados | MundoGEO
Por Alexandre Scussel | 16h33, 11 de Abril de 2012
A Trimble, fornecedora de soluções para posicionamento, anunciou na última semana a aquisição da Gatewing, empresa com sede na Bélgica, fabricante de veículos aéreos não tripulados (Vants) de baixo peso para fotogrametria e mapeamento rápido do terreno.
Veículos aéreos não tripulados, aliados à fotogrametria, representam uma tecnologia emergente que fornecem uma plataforma inovadora e flexível para a aquisição de imagens aéreas. Fáceis de usar, os Vants fornecem aos usuários a capacidade de criar ortofotos e Modelos Digitais de Superfície a partir de imagens aéreas em áreas de tamanho médio, recursos anteriormente acessíveis apenas a custos mais elevados e com longos ciclos de planejamento.
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A Trimble, fornecedora de soluções para posicionamento, anunciou na última semana a aquisição da Gatewing, empresa com sede na Bélgica, fabricante de veículos aéreos não tripulados (Vants) de baixo peso para fotogrametria e mapeamento rápido do terreno.
Veículos aéreos não tripulados, aliados à fotogrametria, representam uma tecnologia emergente que fornecem uma plataforma inovadora e flexível para a aquisição de imagens aéreas. Fáceis de usar, os Vants fornecem aos usuários a capacidade de criar ortofotos e Modelos Digitais de Superfície a partir de imagens aéreas em áreas de tamanho médio, recursos anteriormente acessíveis apenas a custos mais elevados e com longos ciclos de planejamento.
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Satélite Envisat para de funcionar após 10 anos em órbita | MundoGEO
Por Alexandre Scussel | 15h14, 12 de Abril de 2012
Após 10 anos em serviço, o satélite Envisat parou de enviar dados à Terra. O controle da missão, pertencente à Agência Espacial Europeia (ESA), está trabalhando para restabelecer o contato com o satélite. Embora o aparelho esteja em órbita a muito mais tempo do que o planejado, a ESA espera manter o satélite em serviço até o lançamento de seus sucessores, os satélites da missãoGMES Sentinel.
O primeiro sinal de um problema ocorreu em 8 de Abril, quando o contato com o satélite foi inesperadamente perdido, interrompendo a recepção de todos os dados à medida que o aparelho passava através da estação terrestre de Kiruna, na Suécia. Após este evento, o controle da missão convocou uma equipe para tentar restabelecer as comunicações com o satélite. Embora se saiba que o Envisat permaneça em uma órbita estável à volta da Terra, os esforços para retomar o contato com o satélite ainda não tiverem sucesso.
Embrapa mapeará toda a agricultura brasileira por imagens de satélite
Por Luiz Antonio Ugeda Sanches | 14h50, 15 de Março de 2012
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) vai realizar o mapeamento de toda a agricultura brasileira por imagens de satélite. Em 2012, os investimentos em geotecnologias aplicadas ao monitoramento da agricultura e em inovações em agroenergia são as prioridades.
O presidente da Embrapa, Pedro Arraes, afirmou que o mapeamento permitirá, por exemplo, avaliar o impacto das mudanças no novo Código Florestal, daqui 5 anos. Segundo ele, orçamento da Embrapa neste ano é de R$ 2 bilhões, com algum contingenciamento. “Mas existe esperança de que 100% seja disponibilizado”, disse.
Ao explicar a importância da geotecnologias, Arraes afirmou que as informações serão importantes para desenvolver tecnologias que tornem o Brasil de fato a “âncora verde da agricultura no mundo”.
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sexta-feira, 9 de março de 2012
LIVE REAL TIME SATELLITE TRACKING AND PREDICTIONS
LIVE REAL TIME SATELLITE TRACKING AND PREDICTIONS
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