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terça-feira, 31 de março de 2020
domingo, 29 de março de 2020
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
Presidência da República — Lei nº 13.975, de 7.1.2020
Ato disponibilizado, nesta data, no sítio da Presidência da República.
8 de janeiro de 2020
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Lei nº 13.975, de 7.1.2020 - Altera a Lei nº 6.567, de 24 de setembro de 1978, para incluir a exploração de rochas ornamentais e de revestimento e de carbonatos de cálcio e de magnésio no regime de licenciamento ou de autorização e concessão. |
terça-feira, 30 de julho de 2019
Cooperação tecnológica entre CPRM e Visiona vai permitir transmissão de dados via satélite
O monitoramento em tempo real das atividades de campo voltadas para pesquisas nas áreas de geologia, recursos minerais, hidrologia e gestão territorial ganha reforço com a parceria estratégica que vai permitir transmissão de dados via satélite.
O acordo de cooperação tecnológica entre o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Visiona Tecnologia Espacial será assinado na terça-feira (30/7), na sede da Visiona, em São José dos Campos (SP), e envolve o aprofundamento do conhecimento técnico-científico no âmbito da aplicação de dados oriundos de sistemas espaciais. Em especial, nano satélite para transmissão e coleta de dados.
A previsão é que com essa parceria em 2021, a CPRM tenha um nano satélite em orbita transmitindo e coletando dados, principalmente em regiões de difícil acesso, como na Amazônia e na plataforma continental.
Por natureza, a CPRM é uma instituição “big data” possuindo um dos maiores bancos de dados de geologia e hidrologia da América Latina. E o caminho da modernização passa, sem dúvida, pela introdução de tecnologias de ponta que permitam avançar no aumento da produtividade e desempenho com a diminuição dos custos operacionais.
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Fonte: Serviço Geológico do Brasil (CPRM)
O acordo de cooperação tecnológica entre o Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Visiona Tecnologia Espacial será assinado na terça-feira (30/7), na sede da Visiona, em São José dos Campos (SP), e envolve o aprofundamento do conhecimento técnico-científico no âmbito da aplicação de dados oriundos de sistemas espaciais. Em especial, nano satélite para transmissão e coleta de dados.
A previsão é que com essa parceria em 2021, a CPRM tenha um nano satélite em orbita transmitindo e coletando dados, principalmente em regiões de difícil acesso, como na Amazônia e na plataforma continental.
Por natureza, a CPRM é uma instituição “big data” possuindo um dos maiores bancos de dados de geologia e hidrologia da América Latina. E o caminho da modernização passa, sem dúvida, pela introdução de tecnologias de ponta que permitam avançar no aumento da produtividade e desempenho com a diminuição dos custos operacionais.
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Sensoriamento Remoto
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA) divulgam boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG) de 31/01
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| Técnicos em geociências da CPRM, Emília Kawaguchi e José Julio, durante monitoramento do rio Paraopeba, fazem medição de vazão usando equipamento acústico |
Já está disponível o boletim de monitoramento do rio Paraopeba de 31/01/2019, com novos dados coletados em campo.
Os dados de turbidez no primeiro ponto monitorado pela CPRM, Mário Campos, voltaram a subir nesta quinta-feira (31/01), possivelmente em consequência das chuvas do dia anterior (30/01). No ponto de monitoramento Ponte BR‐381, localizado 11km a jusante de Mário Campos, o valor de turbidez encontrado foi de 88 NTU, não se aproximando do valor averiguado pela manhã no primeiro ponto monitorado (superior a 3.000 NTU).
Clique aqui para acessar o boletim completo.
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Local:
Mário Campos - MG, Brasil
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
Mais imagens de satélites (ATUALIZADO)
IMAGENS DE SATÉLITES MOSTRAM O ANTES E O DEPOIS DE BRUMADINHO

Imagens feitas por satélite mostram a dimensão do estrago causado pelo rompimento
da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho (MG). Depois do desastre ocorrido,
a empresa Airbus ativou os satélites Pléiades com resolução espacial de 50cm para
monitorar a região afetada via missão One Now, dedicada a contextos emergenciais.
da barragem de rejeitos da Vale, em Brumadinho (MG). Depois do desastre ocorrido,
a empresa Airbus ativou os satélites Pléiades com resolução espacial de 50cm para
monitorar a região afetada via missão One Now, dedicada a contextos emergenciais.
A barragem da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale, se rompeu na tarde
de sexta-feira (25/1). A onda de rejeitos de minério de ferro atingiu a área
administrativa da empresa e a comunidade da Vila Ferteco.
de sexta-feira (25/1). A onda de rejeitos de minério de ferro atingiu a área
administrativa da empresa e a comunidade da Vila Ferteco.

O rompimento ocorreu na Barragem 1, que foi construída em 1976 e tinha volume
de 12,7 milhões de m³. De acordo com a Vale, a barragem tinha encerrado as
atividades há cerca de três anos, pois o beneficiamento do minério na unidade é
feito a seco.
de 12,7 milhões de m³. De acordo com a Vale, a barragem tinha encerrado as
atividades há cerca de três anos, pois o beneficiamento do minério na unidade é
feito a seco.
Segundo o levantamento, o número de mortos subiu para 99, dos quais 57 foram
identificados até agora. O balanço informa ainda que há 257 pessoas desaparecidas
e 395 pessoas foram localizadas. Até o momento exitem 176 pessoas desalojadas.
Os dados são da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil.
identificados até agora. O balanço informa ainda que há 257 pessoas desaparecidas
e 395 pessoas foram localizadas. Até o momento exitem 176 pessoas desalojadas.
Os dados são da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil.
Sensoriamento Remoto na resposta ao desastre
Poucas horas após o desastre de Brumadinho apareceram as primeiras imagens de satélites do local,
que davam a real dimensão da abrangência da catástrofe ambiental. Muitas empresas e instituições
rapidamente voltaram suas atenções para a região e se mobilizaram para gerar dados, a fim de registrar
os impactos do rompimento da barragem do Feijão. Comunidades de mapeamento colaborativo e de
drones também se mobilizaram para apoiar na resposta ao desastre, mostrando a força do setor.
que davam a real dimensão da abrangência da catástrofe ambiental. Muitas empresas e instituições
rapidamente voltaram suas atenções para a região e se mobilizaram para gerar dados, a fim de registrar
os impactos do rompimento da barragem do Feijão. Comunidades de mapeamento colaborativo e de
drones também se mobilizaram para apoiar na resposta ao desastre, mostrando a força do setor.
Uma das primeiras imagens do local foi obtida com o satélite PLEIADES na manhã de sábado (27/1),
ortoretificada, mosaicada, reprojetada em UTM 23S WGS 84, GEOTIF e Jpeg 2000, 8 bits, 3 bandas,
RGB, cores naturais, com contraste. A imagem foi adquirida com muitas nuvens, mesmo assim foi
processada pela AIRBUS e disponibilizada pela empresa ENGESAT:
ortoretificada, mosaicada, reprojetada em UTM 23S WGS 84, GEOTIF e Jpeg 2000, 8 bits, 3 bandas,
RGB, cores naturais, com contraste. A imagem foi adquirida com muitas nuvens, mesmo assim foi
processada pela AIRBUS e disponibilizada pela empresa ENGESAT:
Link para baixar pelo Wetransfer (arquivo de 4.8 GB)
Link alternativo para arquivo mais leve em jpg (264 MB)
Os arquivos podem ser abertos no aplicativo gratuito Avenza Maps
Link alternativo para arquivo mais leve em jpg (264 MB)
Os arquivos podem ser abertos no aplicativo gratuito Avenza Maps
A empresa DigitalGlobe também forneceu imagens obtidas com o satélite WorldView-3, que mostram
a extensão da tragédia em Brumadinho:
a extensão da tragédia em Brumadinho:
Link para baixar em jpg
O mapa a seguir utilizou dados do satélite Radarsat-2, que foi um dos primeiros a imagear a cena do
desastre no final da tarde do dia 26 de janeiro. Com base nesta imagem, e com apoio do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi delimitada a área atingida pela lama:
desastre no final da tarde do dia 26 de janeiro. Com base nesta imagem, e com apoio do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foi delimitada a área atingida pela lama:
Baixe em formato pdf
O mapa abaixo utilizou o satélite de alta resolução RapidEye, que foi capaz de imagear o desastre
na manhã do dia 27 de janeiro. Os limites da área atingida por esta imagem têm por objetivo orientar
as equipes de resgate aos locais onde havia edificações. Também foram fornecidas as coordenadas
de cada uma dessas edificações para as equipes de resgate:
na manhã do dia 27 de janeiro. Os limites da área atingida por esta imagem têm por objetivo orientar
as equipes de resgate aos locais onde havia edificações. Também foram fornecidas as coordenadas
de cada uma dessas edificações para as equipes de resgate:
Baixe em formato pdf
Esta é uma imagem mais recente, também obtida com o Pleiades, nesta segunda-feira (28/1):
A comunidade OpenStreetMap Brasil também se mobilizou para apoiar as atividades de resposta
ao desastre. O mapa a seguir do OpenStreetMap mostra a região do rompimento de barragem em
Brumadinho. Produzido com imagens de antes e depois do desastre, é o mais atualizado da região
e indica a área devastada, bem como edificações potencialmente afetadas:
ao desastre. O mapa a seguir do OpenStreetMap mostra a região do rompimento de barragem em
Brumadinho. Produzido com imagens de antes e depois do desastre, é o mais atualizado da região
e indica a área devastada, bem como edificações potencialmente afetadas:
Acesse o mapa completo aqui
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2019
Serviço Geológico do Brasil e Agência Nacional de Águas divulgam novo boletim de monitoramento do rio Paraopeba (MG)
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